Sobre o Registro

REGISTRO BRASILEIRO DOS OSTEOPATAS – R.Br.O.

OBJETIVOS

Seguindo as diretrizes estabelecidas em órgãos semelhantes de países como Inglaterra, França, Estados Unidos, Bélgica, Nova Zelândia e Austrália, o R.Br.O. tem como um de seus principais objetivos registrar como Osteopatas D.O. os profissionais assim considerados, além de:

– defender o título de Osteopata;

– representar os profissionais Osteopatas e os membros do Registro em suas funções ética e deontológica, em caráter nacional e internacional;

– reagrupar e catalogar os Osteopatas em exercício no Brasil, respeitando os critérios de ensino, moralidade, formação e exercício profissional definidos pelo Registro;

– promover reflexão ética, respeitando o Código de Ética da profissão, criado no Brasil, em 2006, e fixar as condições exigidas de seus membros, priorizando o respeito ao paciente e à sua segurança;

– aplicar as sanções definidas no regulamento interno, no caso de desrespeito ao Código de Ética e às condições do exercício da Osteopatia no país;

– criar e manter relações com os Registros profissionais estrangeiros.

HISTÓRICO

A criação do R.Br.O. é um marco no desenvolvimento e no crescimento da Osteopatia no Brasil.
Apesar da não regulamentação da profissão no país, o órgão zela pelos Osteopatas brasileiros e por aqueles que se submetem ao tratamento osteopático, os pacientes, que podem se informar, no R.Br.O., quanto ao registro do profissional.

Cabe ressaltar que se repete no Brasil o que já ocorreu em outros países: cria-se inicialmente um Registro e, ao mesmo tempo, luta-se pela regulamentação da profissão.

Historicamente, o ensino da Osteopatia e a criação dos Registros passaram por várias etapas, sendo que, em todos os países, há sempre uma constante: uma luta política pelo reconhecimento da profissão, cujo exercício pleno decorre das conquistas adquiridas em cada nação.

Na França, o Registro dos Osteopatas foi criado em 1981; na Nova Zelândia, em 1970.

Nos Estados Unidos — berço da Osteopatia, com a primeira escola criada pelo Dr. Andrew Taylor Still, em 1892 —, vários estabelecimentos formam Osteopatas, que têm como órgão representativo a “A.O.A.” (American Osteopathic Association).

Na Austrália, a regulamentação se dá em quase todos os estados, desde 1992. As escolas são reconhecidas e emitem, após cinco anos de curso, o diploma de “Bachelor of Science Clinical and Master of Health Science Osteopathy”.

No Reino Unido, a Osteopatia se beneficiou do “Osteopath´s Act,” assinado pela rainha em 1º de julho de 1993.

No dia 29 de maio de 1997, o Parlamento Europeu aprovou uma resolução referente ao exercício das medicinas não convencionais, incluída a Osteopatia. No continente, cabe a cada profissão se organizar.

Em 15 de julho de 1988, foi criada, no Rio de Janeiro, a Sociedade Brasileira de Osteopatia.

No Brasil, o ensino da Osteopatia ocorre há mais de vinte anos e vem se difundindo em vários estados. Do ponto de vista acadêmico, entretanto, escolas que não seguem a carga horária mínima, estipulada pela maioria das entidades reconhecidas pelos Registros no mundo, estão formando alunos que não cumprem as exigências do R.Br.O. que, por esse motivo, não poderão se inscrever.

Diretoria

  • Presidente – Rosângela Petroni D. B. Rezende D.O.MRO(Br)
  • 1ª Vice-presidente – Ana Paula A. Ferreira D.O.MRO(Br)
  • 2ª Vice-presidente – Patrícia Dias Eggers Renck D.O.MRO(Br)
  • Tesoureira – Grace Alves D.O.MRO(Br)

Conselho Consultivo

  • Celita Maria Fripp Beck D.O.MRO(Br)
  • Dan Letichevsky D.O.MRO(Br)
  • Gracia Nara Ferreira Kersten D.O.MRO(Br)
  • Leonardo Rios Diniz D.O.MRO(Br)
  • Márcia Elisabeth Rodrigues D.O.MRO(Br)